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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Venezuela, China e a política internacional brasileira

O processo eleitoral venezuelano só se concretiza após a pose do candidato eleito.

Dito isto, sua corte suprema, apesar de toda contrariedade da oposição, concluiu que a cerimônia de posse seria colocada em um segundo plano, uma vez que, o nobre e populista presidente estaria dando continuidade a uma seqüência de mandatos, eleito pelo povo.

O Brasil, gigante por natureza, por sua vez, adotou uma posição a favor do nobre presidente, agora moribundo na ilha de Fidel, sem levar em conta a constituição e as leis eleitorais venezuelanas, e os argumentos da oposição sobre todo o processo.

No outro lado do mundo, os chineses, de olho no Brasil, desejam explorar seu mercado, considerado como crucial, por empresas de alta-tecnologia, como se já não bastasse comprar commodities sem quase nenhum valor agregado.

Mais uma vez, percebe-se que no Brasil, apesar de gigante e do seu futuro ter finalmente chegado, continua com a mesma atitude nociva e permissiva da maioria de seus governantes, políticos e servidores, diria até, de boa parte de sua população - afinal somos nós que os elegemos, somos nós que nos tornamos servidores públicos, somos nós que nos candidatamos - e adota um modelo capitalista cruel e perverso, bem terceiro mundista, sobre o qual não existe uma real preocupação no bom uso dos recursos públicos, suas reservas e serviços a população.

Infelizmente, o país perdeu a chance nos ciclos econômicos evolutivos - agropecuária, revolução industrial, segunda revolução industrial, serviços - e continua perdendo sobre os atuais movimentos -  inovação tecnológica, economia sustentável...

Culpa dos políticos e de sua visão míope focada no curto prazo e sem planejamento estratégico? Da iniciativa privada que não pressiona o estado e investe em inovação tecnológica? Ou de nós mesmos, por presenciarmos tudo isto e não agirmos...

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Halt!

Uma crise gera cegueira.

E quando deflagrada, não percebemos sua origem e nos preocupamos somente com suas consequências.

Não foi o atual governo grego que escondeu os números, mas a culpa nele recaiu.

De todos os estados europeus que fazem parte da zona do euro, somente um manteve sua estabilidade econômica passando a ser seu sustentáculo há alguns anos.

País este, provocador das duas grandes guerras, dizimado por duas vezes, reconstruído pela segunda vez sob a vergonha do que foi feito em seu nome no passado próximo.

Dividido, reunificado, resiliente, tornou-se uma só nação para todos os seus cidadãos.

Com a Europa em frangalhos financeiros, tornou-se ator principal neste novo enredo, desempenhando um papel de liderança positiva e acertiva perante a crise global.

Políticos populistas, por ali também existem, jogam toda a culpa por sua incompetência na líder protagonista, levando seu povo a fazer o mesmo.

Como Saramago já escreveu, cegos por não enxergarem a razão de tudo.

Enquanto isso, los hermanos despertam de um sonho tornado pesadelo e voltam a bater em suas panelas reivindicando o retorno da democracia de fato e de direito aqui do lado.

Quanto a nós, passivos ficamos frente a má qualidade dos serviços públicos e de seus gestores que pouco fazem para solucionar nossos problemas e aguardam, passivamente, acumularem-se ou agravarem-se para tomarem uma decisão.

Afinal de contas, para que solucionar um problema enquanto este ainda não se tornou grande o suficiente para provocar uma reação midiática e passar desapercebido.

O que vale para mim, nem sempre vale para você - é assim o seu mote.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Moral da história



Confesso, não sei em qual dos meus blogs deveria postar este texto.

Embora trate sobre um tema no qual atuo profissionalmente e que me agrada - o esporte, o texto caminha, também, por uma questão mais abrangente que, igualmente, me fascina.

Façamos, então, o seguinte: tendo o esporte como enredo, como cenário representativo de um contexto social mais amplificado, proponho que façamos uma análise crítica sobre algumas alegações éticas e morais que acabam por transcender as regras e regulamentos do jogo, e até mesmo a legislação nacional.

O fato motivador ocorreu durante o jogo pelo Campeonato Brasileiro da Série A 2012, entre o Palmeiras e o Internacional.

Numa cobrança de escanteio, um dos principais jogadores do Palmeiras - Barcos, o "pirata" - utiliza-se de um recurso não permitido pela regra do jogo e faz um gol com a mão simulando um cabeceio.

Assim que a bola entra, o "jogador-pirata" parte para sua comemoração habitual junto a seus colegas de time, após ter o seu tento validado, inicialmente, pela arbitragem que não percebe a infração.

Em seguida, quase que concomitância, jogadores do Internacional apontam que o mesmo haveria sido feito irregularmente, contrariando o já estabelecido.

O clima está formado. A situação se agrava com a demora na tomada de decisão do árbitro central e a participação de um outro ator alheio a arbitragem escalada, e portanto sem poder decisório sobre as ocorrências em campo, talvez o delegado da partida, avisando de que, através do replay televisivo, foi possível identificar a ocorrência da infração as regras do jogo, sendo o gol, irregular.

Para piorar a situação, o árbitro central volta atrás na sua decisão de conceder o gol, uma vez, especulando-se, informado.

Daí o problema se torna ainda maior e eu vou explicar o porque.

Apesar do gol ter sido feito através de subterfúgio que infringe as regras do jogo e do árbitro tê-lo validado, isto caracterizaria um "erro de fato", o que nada mais é do aquele em que se tem uma idéia errônea sobre o sentido exato de alguma coisa, o que leva a crer em uma realidade que não é verdadeira e, portanto, não passível de punição.

Por outro lado, quando volta atrás - o que pode ser feito sem problemas antes do reinício do jogo - baseado numa informação levantada em um replay da jogada na TV, fonte esta que não é permitida pelas regras do jogo e pelos regulamentos da International Board, da FIFA e de suas afiliadas, um fato mais grave surge, caracterizando um "erro de direito", ou seja, a tomada de decisão baseada em um recurso não permitido sob o ponto de vista legal, embora possa estar dentro de uma realidade verdadeira, sendo passível de punição ou até mesmo sua anulação.

A discussão na esfera esportiva a partir do fato ocorrido, denota um baixo padrão moral e do sentido do que é justo sobre a questão, restringindo-se a utilização ou não dos recursos tecnológicos e de multimídia durante os jogos de futebol para auxiliarem na tomada de decisão da arbitragem ou se seria certo ou não anular a partida, esquecendo-se do ato primário causador de tanta polêmica: a utilização da mão de modo simulado, dissuasivo, enganador para converter o gol.

Esta deveria ser a grande questão. Isto é o que deveria estar em voga.

Assim como as simulações de faltas sofridas, o uso do anti-jogo, a utilização de recursos não permitidos pelas regras do jogo ou de falhas no regulamento da competição para o benefício próprio e dos seus, este gol com a mão extrapola o contexto esportivo e repercute no convívio social diário, onde indivíduos e instituições permanecem em seus hábitos sem se dar conta da nossa fraqueza moral e do nosso senso do que é justo.

Numa outra situação bem parecida com este fato, em um outro país e com um outro jogador, prevaleceu o oposto. Ainda bem.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aqui, lá e acolá...

Enquanto Demógenes não larga o osso seguindo o exemplo de tantos outros iguais...

Candidato republicano americano utiliza dura realidade do estado de saúde da sua filha para promover-se e angariar votos.

Já lá na China, membro da cúpula do Partido levanta suspeita de envolvimento inescrupuloso e corrupto e é afastado do seu posto.

Aqui, como lá e acolá, políticos são os mesmos. usam o aparato para benefício próprio ou de poucos, somente a reação é diversa, quando pegos com a mão na botija.

Vale a pena gastar dinheiro público para permitir aborto de feto anencéfalo? Será que ninguém pensa nos riscos da mãe e seu constrangimento emocional em saber que gera um ser fadado a morte natal?

quinta-feira, 22 de março de 2012

Denúncia: licitando o estado!

Enquanto são apresentados vídeos decorrentes de uma bem feita reportagem investigativa que contou com a colaboração de um servidor público exemplar, partidocas aliados e legisladores mimados exigem contrapartida do executivo para terem suas reinvidicações atendidas, a propina de um jogo muito semelhante ao das licitações fraudulentas.

Parafraseando uma das personagens da matéria, afirmo que tal comportamento político é regido pela lei do mercado, é assim mesmo que a coisa funciona.

O consumo de cerveja em estádios está sendo colocado num patamar irreal e absurdo! Seu uso social em locais públicos é uma questão de educação e civilidade, devendo permancer fora do ambiente da moral religiosa, uma vez que o estado deve ser laico e isento de influências alheias e ideologias distorcidas.

Quando utilizado nos estádios, ou seja, em um único local, facilita o controle da multidão e eventual repressão a exageros.

Quando não, consome-se em todos os lugares antes e após os jogos, dispersando as forças de segurança e dificultando sua atuação quando necessária.

O que deveria ser colocado na pauta do editorial dos jornais é o comportamento egocêntrico e egoísta de nossos legisladores que, na sua maioria, só se preocupam consigo e seus interesses, sejam eles quais forem.

Fica evidente, que são incompetentes para ocupar os cargos que ocupam, na sua maioria.

Pense bem nas próximas eleições, nós não precisamos deles, eles é que precisam de nós.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Politicagem brasiliana

Em um estado democrático de direito, onde os três poderes assim constituídos gozam de independência baseada nos princípios de uma democracia saudável, não é cabível tamanha distorção.

Numa relação, no mínimo, temerosa, legislativo e executivo discutem apoio político as causas próprias colocando na negociação cargos na máquina pública.

A atitude esdrúxula de esvaziamento do congresso nacional para não aprovar projetos e emendas do executivo é vergonhosa.

Nossos legisladores fazem beicinho porque não foram ouvidos pelo executivo, ou ainda não foram informados pelo mesmo de suas ações.

Batem o pé e se jogam no chão como crianças mimadas acostumadas a terem todas, digo, todas as suas vontades satisfeitas.

O grande problema do nosso país e sua governabilidade, não está no rico solo, na costa magnífica, nas suas matas e florestas. Muito menos nos pequenos vilarejos do interior, ou nas grandes metrópoles. Não está na agropecuária, na indústria, no comércio ou nos serviços.

Nosso grande problema encontra-se no alto custo da máquina pública, e digo isso, por conta dos gastos exagerados com a manutenção de políticas que parecem um tremendo contra senso.

Uma delas é o financiamento partidário. Se um governo financia partidos, como fica o sistema democrático?

Outra está no aumento do número de municípios que não produzem nada, não geram receitas suficientes para manterem-se e mamam nas tetas de verbas oriundas do fundo federal destinado. Pouco se faz pela população e câmaras municipais são recheadas de vereadores que não fazem absolutamente nada, ou pouco, quando fazem.

Estas políticas sobe em hierarquia e escalão chegando a brasília e a esfera federal. Jetons e benefícios desnecessários são distribuídos aqueles que já recebem o seu salário para manter seu alto padrão de vida.

Se este, ou aquele deputado vai colocar um ou vinte assessores em seu gabinete, é problema deles. Eles que paguem do seu bolso!

Nosso ministro da fazenda deveria fazer a seguinte conta antes de inventar soluções mágicas para conter o dólar e tornar o brasil mais competitivo:

GTB - (GBP x TXC) = GRB, onde:

GTB - Gasto Total da Máquina Pública Brasileira
GBP - Gasto com Beneces Públicas a Autoridades Governamentais
TXC - Taxa de Corrupção
GRB - Gasto Real Brasil

Não é a taxação de produtos ou da entrada de capital estrangeiro que solucionará a crise. O problema é externo e pouco se pode fazer.

A atitude mais correta, seria atacar nossos problemas internos, reduzindo o GBP e a TXC, garantindo uma receita extra para a realização dos investimentos necessários e a redução da carga tributária.

Só para terminar: somente quando for criada uma conta corrente vinculada ao CPF é que teremos um real controle sobre a previdência e a então falácia de falência do sistemas cairá por terra.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Populistas...

globo.com

O que Putin, Chavez, Mahmoud e Lula tem em comum? Todos são populistas.

Um discurso para os menos favorecidos desprovidos de uma educação formal de qualidade.

É correto? Até certo ponto, sim.

Aqueles que possuem mais devem ser responsáveis por quem não tem nada ou muito pouco. Políticos então, devem ter isso como prioridade.

Por que não estão totalmente corretos?

Simples, porque utilizam este discurso associado com falsas políticas sociais que mascaram sua reais intenções e iludem aqueles que deveriam receber reais benefícios e, com isso, perpetuam-se na eternidade do poder, exercendo fortes influências no estado e sua máquina.

Como uma praga, uma doença mortal, devemos aniquilá-los, extingui-los pelo imperfeito, mas melhor e mais justa ferramenta democrática criada pelo homem até hoje: o voto.

Não repita seu voto. Não vote naqueles que não fizeram nada pelo bem geral, pela sociedade.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Que presente para cidade...


Outrora rivais políticos, os Garotinhos e os Maias agora formam uma aliança contra o atual prefeito. Ou seria contra a Cidade Maravilhosa?

Quem lembra da seqüencia dos Garotinhos no governo estadual. E a ausência do prefeito Maia...

O que esperar de políticos que utilizam a religião, o populismo e factóides para promoverem-se e atacarem adversários.

Seja inteligente e não permita que políticos deste calibre retornem ao poder, quanto mais distantes melhor. Acabemos com suas dinastias, não votando em seus filhos, netos, bisnetos.

PS: se elegemos legisladores para legislar, o que fazem no executivo?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Romário. Mais nada...

O deputado federal Romário (PSB-RJ) se mostrou pessimista quanto ao uso adequado dos recursos para a Copa do Mundo de 2014. Em entrevista concedida na última quinta-feira (9) ao apresentador Datena e ao comentarista Neto, da Band, o parlamentar foi enfático: “vão meter a mão na grana da Copa”. 

Membro da Comissão Especial da Lei Geral da Copa, que dispõe sobre medidas à realização da Copa das Confederações de 2013 e do torneio mundial de 2014, Romário tem se dedicado a fiscalizar e debater as obras de infraestrutura, mobilidade e o legado a ser deixado pelo principal torneio de futebol entre seleções. 

Durante a entrevista, Romário atentou para o fato de que muitas obras nos estádios podem entrar em caráter emergencial, isto é, que sejam disponibilizados recursos sem licitação: “(...) Aí o céu é o limite”, afirmou o deputado.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Educação é de berço e não de bolso

Jornal Extra


Um grupo de cinco jovens de classe média, moradores do mesmo bairro no qual moro, agrediam um morador de rua, quando um jovem, também de classe média e morador do mesmo bairro, confrontou-os alegando a covardia que estavam cometendo... Para quem quiser saber mais a respeito do fato.

Infelizmente, o núcleo básico de uma sociedade, a família, vem sendo desestruturada de modo sistemático tal que os pais não transmitem mais nenhum tipo de valor ou conceito moral e ético.

Se por um lado, encontramos pais que tentam suprir sua ausência, premiando seus filhos com presentes caros e sofisticados, por outro lado, encontramos pais letárgicos, indolentes, que não querem ter trabalho em educar seus filhos e, simplesmente, deixam tudo de lado.

Educar um filho dá trabalho e mutio. Cuidar, dedicar-se, envolver-se na vida daquele que nós colocamos neste mundo faz parte do pacote.

Se não passo tanto tempo ao lado dele, o tempo que passar deve ser intenso. Se não tenho bens, dane-se, não será isso que o fará ser um bom pai.

Somos todos responsáveis pela geração seguinte, nosso exemplo servirá para nortear o caminho deles, afinal que futuro voce quer para o seu filho?




segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Agir deve ser o verbo...

ifpb.edu.br

A coisa começa assim: um escreve algum texto aqui, outro comenta acolá, mais outro posta uma foto, um outro faz um vídeo... Tudo ótimo!

Mas isso por si só não é o suficiente, devemos agir! Podemos começar em nossa própria casa, quebrando paradigmas arraigados a velhos e costumeiros hábitos.

Depois, participar da nossa comunidade, dar voz as nossas ideias, seja na reunião de condomínio, seja aparacendo na associação de moradores.

O passo seguinte é reinvindicar, exigir providências sobre uma demanda pública comum e caso não consiga obtê-la, ofereça uma solução, uma ideia, uma sugestão.

Se mesmo assim, a resposta for negativa, aja. Mas aja dentro da lei e em prol da comunidade. Mobilize seus vizinhos e outros moradores, arrecade donativos, faça um mutirão e resolva o problema.

Passeatas e greves só servem para prejudicar outros cidadãos, pouco atingem nossos governantes e as empresas de serviço público.

O que eles mais temem, é uma população capaz de resolver seus próprios problemas, buscando soluções inteligentes e eficazes.

Eles tem medo de se tornarem supérfulos!

Renove o congresso não reelegendo deputados e senadores.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Viralatas

Temos uma origem genética idêntica a qualquer viralatas que encontramos na rua.
Miscigenados que somos por caucasianos europeus, aborígenes americanos e africanos na nossa descoberta formal, posteriormente acrescida de genes asiáticos variados.

Somos viralatas, quando entregados a própria sorte, corremos pelas ruas e vielas atrás de nosso próprio sustento, sem poder contar com o poder público para nos fornecer os serviços que deveriam ser direitos de todos e garantidos pela constituição, assim mesmo, sem um ‘c’ maiúsculo, e não somente uma manobra política para angariar votos de viralatas ainda mais miseráveis.

Quando viralatas moribundos, recebemos migalhas e sobras de supostos benefícios sociais que preenchem nosso vazio estomago que ruge e dói e abanamos nossos rabos micosentos e perebentos entregando nossos votos desejando sermos adotados e passarmos a ter um lar-nação.

Infelizmente, nada acontece, estou cansado de ser um reles e moribundo viralatas faminto e pulguento sem rumo, vagando pelo brasil sem sorte e destino...
Na próxima vez que me oferecerem restos, vou dar uma mordida!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Qualidade de vida e bem-estar.

A busca pela melhora da qualidade de vida e do bem-estar envolve três fatores: físico, mental e emocional.

Não devemos temer nosso médico. Exames e avaliações clínicas somados ao check-up bucal devem fazer parte de nossa rotina anual. A medida que envelhecemos esta bateria tende a crescer em número.

Quando associados, uma dieta rica e variada e a prática de exercícios físicos regularmente, respeitando-se o princípio da individualidade biológica e sob a orientação de profissionais especializados elevam nosso padrão de bem-estar.

Assim como nosso corpo, nosso cérebro também precisa ser exercitado através de jogos mentais e práticas fora do cotidiano. Nossa mente deve ser estimulada a agir tanto de modo divergente quanto convergente, trabalhando a criatividade e o raciocínio lógico.

Por fim, devemos nos manter emocionalmente equilibrados para lidar com estresse decorrente de nossas atividades diárias, seja ele positivo ou não. Expor nossas emoções de modo criativo através de intervenções artísticas, lúdicas, esportivas... Sermos capazes de baixar a guarda, nossos muros e barreiras, libertando-nos do castelo que nos mais aprisiona do que protege.

Check-up clínico, exercícios físicos, dieta rica e variada, jogos mentais, equilíbrio emocional nos permitirão atingir um novo patamar de qualidade de vida e bem-estar.

Se daí vamos viver mais, não sei. Mas que viveremos melhor, viveremos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Políticos, políticos e políticos...

Voto secreto no plenário é justo?


A PEC da cachaça


Todo congressista deveria expor suas decisões nas votações a fim de ser fiscalizado por seus eleitores e população em geral. Afinal, fomos nós que o escolhemos.

Durante a reportagem, João Dado foi o único entrevistado que leu a proposta e não assinou o documento.

Raridade política. Já o resto...

Na próxima eleição pense melhor e escolha adequadamente.

domingo, 19 de junho de 2011

Educação, Educação, Educação!!!


Além do Quadro Negro, 2011

Um belo filme sobre o poder transformação da Educação e da vontade e dedicação de um professor. Baseado na história real de Stacey Bess, provando o real valor do professor e da Educação para sociedade.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Manisfeto de um cidadão responsável

1 - Todo o cidadão deve zelar pelo bem público e pela coletividade.

2 - Qualquer demanda observada deve ser encaminhada para o orgão público competente ou prestadora de serviço público.

3 - Quando não obtem-se uma resposta ou solução para demanda encaminhanda, agir em busca de uma própria solução, individual ou coletivamente, dentro da legitimidade legal.

4 - Abster-se de questões ideológicas ou político-partidárias quando em busca de soluções.

5 - Manter fortes valores morais e éticos, respeitando o direito individual e da coletividade.

6 - Tomar as rédeas do seu destino, sem esperar pelo estado.

7 - Compartilhar, livremente, suas soluções e conhecimento com outros cidadãos.

8 - Doar parte do seu tempo a coletividade.

9 - Não abster-se em dar sua opinião e se fazer ouvido.

10 - Ouvir para decidir.

11 - Reunir para organizar.

12 - Descentralizar para agir.