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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Moral da história



Confesso, não sei em qual dos meus blogs deveria postar este texto.

Embora trate sobre um tema no qual atuo profissionalmente e que me agrada - o esporte, o texto caminha, também, por uma questão mais abrangente que, igualmente, me fascina.

Façamos, então, o seguinte: tendo o esporte como enredo, como cenário representativo de um contexto social mais amplificado, proponho que façamos uma análise crítica sobre algumas alegações éticas e morais que acabam por transcender as regras e regulamentos do jogo, e até mesmo a legislação nacional.

O fato motivador ocorreu durante o jogo pelo Campeonato Brasileiro da Série A 2012, entre o Palmeiras e o Internacional.

Numa cobrança de escanteio, um dos principais jogadores do Palmeiras - Barcos, o "pirata" - utiliza-se de um recurso não permitido pela regra do jogo e faz um gol com a mão simulando um cabeceio.

Assim que a bola entra, o "jogador-pirata" parte para sua comemoração habitual junto a seus colegas de time, após ter o seu tento validado, inicialmente, pela arbitragem que não percebe a infração.

Em seguida, quase que concomitância, jogadores do Internacional apontam que o mesmo haveria sido feito irregularmente, contrariando o já estabelecido.

O clima está formado. A situação se agrava com a demora na tomada de decisão do árbitro central e a participação de um outro ator alheio a arbitragem escalada, e portanto sem poder decisório sobre as ocorrências em campo, talvez o delegado da partida, avisando de que, através do replay televisivo, foi possível identificar a ocorrência da infração as regras do jogo, sendo o gol, irregular.

Para piorar a situação, o árbitro central volta atrás na sua decisão de conceder o gol, uma vez, especulando-se, informado.

Daí o problema se torna ainda maior e eu vou explicar o porque.

Apesar do gol ter sido feito através de subterfúgio que infringe as regras do jogo e do árbitro tê-lo validado, isto caracterizaria um "erro de fato", o que nada mais é do aquele em que se tem uma idéia errônea sobre o sentido exato de alguma coisa, o que leva a crer em uma realidade que não é verdadeira e, portanto, não passível de punição.

Por outro lado, quando volta atrás - o que pode ser feito sem problemas antes do reinício do jogo - baseado numa informação levantada em um replay da jogada na TV, fonte esta que não é permitida pelas regras do jogo e pelos regulamentos da International Board, da FIFA e de suas afiliadas, um fato mais grave surge, caracterizando um "erro de direito", ou seja, a tomada de decisão baseada em um recurso não permitido sob o ponto de vista legal, embora possa estar dentro de uma realidade verdadeira, sendo passível de punição ou até mesmo sua anulação.

A discussão na esfera esportiva a partir do fato ocorrido, denota um baixo padrão moral e do sentido do que é justo sobre a questão, restringindo-se a utilização ou não dos recursos tecnológicos e de multimídia durante os jogos de futebol para auxiliarem na tomada de decisão da arbitragem ou se seria certo ou não anular a partida, esquecendo-se do ato primário causador de tanta polêmica: a utilização da mão de modo simulado, dissuasivo, enganador para converter o gol.

Esta deveria ser a grande questão. Isto é o que deveria estar em voga.

Assim como as simulações de faltas sofridas, o uso do anti-jogo, a utilização de recursos não permitidos pelas regras do jogo ou de falhas no regulamento da competição para o benefício próprio e dos seus, este gol com a mão extrapola o contexto esportivo e repercute no convívio social diário, onde indivíduos e instituições permanecem em seus hábitos sem se dar conta da nossa fraqueza moral e do nosso senso do que é justo.

Numa outra situação bem parecida com este fato, em um outro país e com um outro jogador, prevaleceu o oposto. Ainda bem.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Previsão

- Voce vai morrer. Afirmo com certeza absoluta.
- Aliás, todos nós morreremos. Assim está melhor.

Está claro em minha mente, como um místico exotérico, um xamã ou sacerdote de qualquer religião ou seita. Talvez esteja escrito nas previsões de Nostradamus ou dos Maias.

Nada disso, morrer é a única certeza que possuímos e que irá nos acompanhar até que aconteça.

O problema não está aí.

Recente pesquisa publicada na renomada revista médica - Lancet afirma que sedentarismo mata tanto quanto o consumo de cigarros e pode aumentar os riscos de se adquirir doenças coronarianas, cardíacas, além do diabetes tipo 2 e cancer de cólon e de mama.

O problema está em fazer muito pouco a respeito sobre seu bem-estar, sobre sua saúde.

Seu corpo é a sua interface com o meio e outros indivíduos. É através dele, mesmo com todas as limitações possíveis, que expressa o que pensa e sente. Cuidar não é um privilégio, é uma obrigação.

Trinta minutos de atividades moderadas cinco vezes por semana ou vinte minutos de atividade intensa três vezes por semana reduzem os riscos já citados e promovem uma melhor qualidade de vida, continua a pesquisa.

Ao adotar hábitos saudáveis, visitando seu médico, tendo uma alimentação balanceada, praticando exercícios regularmente, divertindo-se, uma grande mudança passa a acontecer, para melhor.

Não importa a previsão. Sim o que fará a partir de hoje.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

CPI tchutchuca

Nunca antes na história deste país alguma CPI chegou a punir a má conduta de alguns políticos, para não dizer outra coisa.

Instrumento criado pela constituição de 1988, permitiria a investigação de políticos, principalmente, legisladores envolvidos em casos de suspeita criminosa por seus pares. Perfeito se não fosse uma coisa: investigados por seus pares.

Já é sabido que legendas partidárias brasileiras não representam nada além de legendas partidárias, sem qualquer doutrina político-filosófica, seja de direita ou esquerda.

Tais extremos são identificados simplesmente pelo prato da balança das relações trabalhistas onde se encontram seus defensores.

Políticos que defendem os interesses de pecuaristas, industriais e religiosos são definidos como direita, enquanto aqueles que estão ligados as centrais sindicais, trabalhadores, pequenos agricultores são considerados esquerda.

Mas tanto um, quanto outro não abrem mão do conforto e beneces que lhes são servidos tanto pelo estado, quanto por seus patrocinadores.

A defesa e proposição de projetos não são voltados para o país, nem menos para aquele cidadão que lhe confere o voto.

Empreiteiros relacionam-se com a máquina pública, desde muito. Até na mudança da capital pode ter tido algum interesse obscuro.

O crime organizado também, por uma simples razão: garante votos através do exercício da força em seus currais eleitorais, nas desgraçadas regiões e favelas de grandes centros urbanos do país.

Patrocinadores e patrocinados vão à tona a cada fato noticiado, apresentando as contaminadas vísceras do estado.

Não existe mais moral, muito menos ética dentro de padrões elevados, mas no mais baixo nível deles, dedicados a interesses individuais.

Então o que fazer? Como comportar-se diante de tamanha e estapafúrdia conduta política? É dizer não, basta, chega!

Cada cidadão, nas próximas eleições, votando de forma consciente e inteligente, com um único propósito de separar aqueles suspeitos de não fazerem nada merecedor, daquela pequena e altruísta minoria de políticos que ainda acreditam na transformação positiva deste país.

É difícil, mas não tentar vai custar mais caro.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

A mais desprezível das profissões

Dizem que ser professor é vocação, eu digo que é maldição.

Desprezível é a profissão que ensina, ou ao menos tenta, a refletir, a pensar. Isso traz problemas e muitos.

Povo pensante, reflete frente ao oferecimento e a sua realidade. Pior, começa a tomar suas próprias decisões e a agir por sua conta. Líderes populistas, sejam políticos, sejam de entidades de classe, ou de movimentos sociais tremem diante de tal possibilidade.

Por isso nos sobra o resto do resto do resto do resto. Pesquisa da Unesco revela que os professores no Brasil recebem o terceiro pior salário no mundo, sendo que por aqui, é o pior salário entre profissionais de nível superior.

Isso quer dizer que, segundo a pesquisa, 60% dos professores na região nordeste recebem cerca de R$530,00. A média nacional dos docentes da educação básica é de R$927,00 mas a mediana, ou seja o ponto onde 50% dos professores recebem abaixo deste valor, é R$720,00.

No Japão, professores formam um grupo social o qual até o seu imperador o reverencia. Na Coréia do Sul, seu salário se aproxima ao dos ministros de estado. Novos tigres e dragões asiáticos investiram em políticas educacionais onde a figura central e mais valorizada é a do professor.

Em cada país citado, existem professores orgulhosos por sua vocação e dedicação, por lá, sê-lo não é maldição. Mas por aqui, em nossas terras tupiniquins, nem mesmo entre os aborígenes locais, ser professor é valorizado, são caçados e estão em extinção. Vê-los ou tê-los por perto é algo cada vez mais raro.

Esgotados por suas rotinas diárias entre dois, três, quatro empregos, por vezes, em três turnos, indo além das 44 horas/trabalho por semana, responsável por ensinar o conteúdo programático, avaliar, corrigir e educar, uma maioria de alunos deseducados sem nenhum valor moral ou ético, sem compromisso com a sua formação e sem a preocupação da família.

Haverá um dia que um professor receberá um dos salários mais altos do país, neste dia, haverão alguns soltos por aí, na selva do sistema educacional e de tão raros, finalmente terão suas cabeças por um alto prêmio.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cotas: justo injusto

Existe uma tremenda distorção na determinação de cotas sociais, escolares e, principalmente, raciais, uma vez que, segundo o IBGE, somente 6,1% da população se define como negra.

Ao adotarem o regime de cotas raciais, universidades públicas acabam por dever, estabelecer quais devem ser os traços e as feições físicas que caracterizam um cidadão negro em relação aos demais.

Isto abre um precedente socialmente temeroso, beirando ao nacional facismo alemão quando nos preâmbulos da Segunda Grande Guerra, sua liderança determinou segregação racial elegendo a "raça ariana" como suprema frente as demais.

Também podemos compará-la ao apartheid sul-africano o qual determinava o que, quando e onde cada "raça" podia fazer ou frequentar.

A verdade é que somos todos seres humanos, homo sapiens. Não existem raças de homens atualmente, nem do ponto de vista genético, nem do ponto de vista antropológico. O que existe são variações étnicas que podem ser encontradas em todas as partes do mundo e entre indivíduos de mesma cor de pele.

A solução imediata é por um fim neste ignorante regime de cotas raciais que, ao contrário do que se faz pensar, é excludente e seletivo, adotando um regime de cotas sociais, onde indivíduos oriundos de camadas menos favorecidas economicamente da sociedade possam ter uma oportunidade imediata de ingresso ao ensino superior enquanto não se promove uma revolução no sistema público de educação que garanta um alto padrão de qualidade na prestação do serviço com um aumento significativo dos investimentos - muito mais que os míseros 8% do PIB - e permita uma disputa em pé de igualdade com aqueles que frequentam excelentes instituições privadas de ensino, como citado no voto do ministro Gilmar Mendes em que diz:

"O principal ponto questionado foi a adoção pela UnB do critério exclusivamente racial em sua política de cotas. Para o ministro, esse aspecto – diferente do adotado em outros programas, que contemplam também critérios socioeconômicos – “resvalou para uma situação que é objeto de crítica e até de caricatura”, onde a seleção fica a critério de uma espécie de “tribunal racial”. As distorções são conhecidas, lembrou o ministro, como o caso de irmãos gêmeos univitelinos em que um deles foi considerado negro, e o outro não." Fonte: STF.

Uma vez solucionadas as demandas da educação pública, chegaria-se ao fim do regime de cotas.

Mas isto é um futuro pra lá de remoto e o Supremo ratifica com aprovação unânime.

Aprofunde no tema.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Liberte-se


Um fórmula de sucesso já de muito persiste na relação entre políticos, seus correligionários, o crime organizado e corruptores ativos.

O banquete servido é o estado em todas as suas esferas e poderes, não sobra nada.

Raros são os momentos em que tudo vem a tona, quiçá porque uns desejaram a parte doutros.

Órgãos investigativos são utilizados como instrumentos cirúrgicos para extrair aquele cancer que teima em devorar o alheio.

A imprensa, manipulada pelo recebimento de informações, estimula a opinião pública e seu posicionamento, exacerbando ainda mais a citada erradicação do mal para que este peçonhento organismo parasita mantenha seu sustento e sobrevivência.

"Criamos dificuldades para vender facilidades" - ouvi de um político certa vez.

Tomei nojo, ojeriza, aversão, me tornei apolítico.

Mas acabei por perceber que é justamente o que desejam: que o povo tenha aversão a política.

Reverti o processo, me engajando positivamente, extravasando toda a minha indignação e buscando soluções para demandas da minha comunidade.

Faça o mesmo. Não precisamos de políticos corruptos ou de seus corruptores para vivermos bem.

O que precisamos é mobilizarmo-nos imediatamente e fazermos acontecer. Esqueça os programas sociais, as bolsas de auxílio.

Eduque-se e aos seus, empreenda, seja resiliente, persista, ajude sua comunidade, participe ativamente das questões diárias, trabalhe muito e aprenda a lidar com o dinheiro.

Dinheiro este que não faz mal nenhum e nem traz infelicidade como transparece nas novelas, pelo contrário, liberta.

Liberte-se.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aqui, lá e acolá...

Enquanto Demógenes não larga o osso seguindo o exemplo de tantos outros iguais...

Candidato republicano americano utiliza dura realidade do estado de saúde da sua filha para promover-se e angariar votos.

Já lá na China, membro da cúpula do Partido levanta suspeita de envolvimento inescrupuloso e corrupto e é afastado do seu posto.

Aqui, como lá e acolá, políticos são os mesmos. usam o aparato para benefício próprio ou de poucos, somente a reação é diversa, quando pegos com a mão na botija.

Vale a pena gastar dinheiro público para permitir aborto de feto anencéfalo? Será que ninguém pensa nos riscos da mãe e seu constrangimento emocional em saber que gera um ser fadado a morte natal?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ética?!

O presidente da Hungria renunciou após denúncia de plágio de tese de doutorado defendida por ele há 20 anos.

Diante do parlamento discursou afirmando que o escândalo estaria dividindo o país.

Do outro lado do atlântico, segue a ladainha tupiniquim sobre atitudes desmostianas que nem de pouco, quanto mais de muito, corroboram com a imagem de político ilibado e retitude que sempre tentou parecer.

Mais uma vez ludibriados por subterfúgios e estratagemas politiqueiros, somos a audiência passiva deste drama que não parece ter mais fim.

Todos, digo todos os homens públicos que estiveram envolvidos em escândalos, alegaram inocência e foram até as últimas consequências para manter seus cargos e beneces, só tirando seu time de campo quando a possibilidade de inelegibilidade e perda de fórum privilegiado fosse evidente.

Percebe-se que o povo merece o que está ali, não porque vota mal, mas porque é inerte e indolente, aceitando migalhosas bolsas assistenciais ou um saco de cimento e meia dúzias de tijolos para fazer uma laje.

Laje esta, tão famosa, por fazer parte do cotidiano de uma maioria como seu espaço de lazer e confraternização e que de lá deveria ecoar um grito alto exigindo atitudes públicas compatíveis as funções desempenhadas pelos mais bem remunerados funcionários públicos.

Não sejamos indolentes, verborremos nossa indignação, vomitando tudo de podre do reino tupiniquim.

sexta-feira, 23 de março de 2012

MMA

"Are you ready?", "Are you ready?", "Fight!"

Não tem como não comparar... Bem que poderia ser assim: colocar um politicota de um lado, outro politicota do outro e ao sinal do árbitro, deixarem os dois saírem na porrada.

Pelo menos a população se divertiria assistindo-os.

Não... Acho que não seria assim... Nem mesmo para assistir seria divertido. Mais provável que, como crianças mimadas, saíssem se estapeando, batendo pesinho e dando beicinho um para o outro.

E isto seria digno de pena... Pena de nós, que escolhemos estes malditos para legislarem e governarem.

Chega! Não dá mais para continuarmos agindo como manada sendo preparada para o abate. Vamos nos mexer, nos mobilizar - afinal não é assim que o MST e outros movimentos conseguem tudo?! - só que dentro da legalidade.

Esqueçamos as diferenças, quaisquer que sejam elas, e façamos nós o futuro deste país no presente.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Que presente para cidade...


Outrora rivais políticos, os Garotinhos e os Maias agora formam uma aliança contra o atual prefeito. Ou seria contra a Cidade Maravilhosa?

Quem lembra da seqüencia dos Garotinhos no governo estadual. E a ausência do prefeito Maia...

O que esperar de políticos que utilizam a religião, o populismo e factóides para promoverem-se e atacarem adversários.

Seja inteligente e não permita que políticos deste calibre retornem ao poder, quanto mais distantes melhor. Acabemos com suas dinastias, não votando em seus filhos, netos, bisnetos.

PS: se elegemos legisladores para legislar, o que fazem no executivo?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Educação é de berço e não de bolso

Jornal Extra


Um grupo de cinco jovens de classe média, moradores do mesmo bairro no qual moro, agrediam um morador de rua, quando um jovem, também de classe média e morador do mesmo bairro, confrontou-os alegando a covardia que estavam cometendo... Para quem quiser saber mais a respeito do fato.

Infelizmente, o núcleo básico de uma sociedade, a família, vem sendo desestruturada de modo sistemático tal que os pais não transmitem mais nenhum tipo de valor ou conceito moral e ético.

Se por um lado, encontramos pais que tentam suprir sua ausência, premiando seus filhos com presentes caros e sofisticados, por outro lado, encontramos pais letárgicos, indolentes, que não querem ter trabalho em educar seus filhos e, simplesmente, deixam tudo de lado.

Educar um filho dá trabalho e mutio. Cuidar, dedicar-se, envolver-se na vida daquele que nós colocamos neste mundo faz parte do pacote.

Se não passo tanto tempo ao lado dele, o tempo que passar deve ser intenso. Se não tenho bens, dane-se, não será isso que o fará ser um bom pai.

Somos todos responsáveis pela geração seguinte, nosso exemplo servirá para nortear o caminho deles, afinal que futuro voce quer para o seu filho?




segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Agir deve ser o verbo...

ifpb.edu.br

A coisa começa assim: um escreve algum texto aqui, outro comenta acolá, mais outro posta uma foto, um outro faz um vídeo... Tudo ótimo!

Mas isso por si só não é o suficiente, devemos agir! Podemos começar em nossa própria casa, quebrando paradigmas arraigados a velhos e costumeiros hábitos.

Depois, participar da nossa comunidade, dar voz as nossas ideias, seja na reunião de condomínio, seja aparacendo na associação de moradores.

O passo seguinte é reinvindicar, exigir providências sobre uma demanda pública comum e caso não consiga obtê-la, ofereça uma solução, uma ideia, uma sugestão.

Se mesmo assim, a resposta for negativa, aja. Mas aja dentro da lei e em prol da comunidade. Mobilize seus vizinhos e outros moradores, arrecade donativos, faça um mutirão e resolva o problema.

Passeatas e greves só servem para prejudicar outros cidadãos, pouco atingem nossos governantes e as empresas de serviço público.

O que eles mais temem, é uma população capaz de resolver seus próprios problemas, buscando soluções inteligentes e eficazes.

Eles tem medo de se tornarem supérfulos!

Renove o congresso não reelegendo deputados e senadores.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Viralatas

Temos uma origem genética idêntica a qualquer viralatas que encontramos na rua.
Miscigenados que somos por caucasianos europeus, aborígenes americanos e africanos na nossa descoberta formal, posteriormente acrescida de genes asiáticos variados.

Somos viralatas, quando entregados a própria sorte, corremos pelas ruas e vielas atrás de nosso próprio sustento, sem poder contar com o poder público para nos fornecer os serviços que deveriam ser direitos de todos e garantidos pela constituição, assim mesmo, sem um ‘c’ maiúsculo, e não somente uma manobra política para angariar votos de viralatas ainda mais miseráveis.

Quando viralatas moribundos, recebemos migalhas e sobras de supostos benefícios sociais que preenchem nosso vazio estomago que ruge e dói e abanamos nossos rabos micosentos e perebentos entregando nossos votos desejando sermos adotados e passarmos a ter um lar-nação.

Infelizmente, nada acontece, estou cansado de ser um reles e moribundo viralatas faminto e pulguento sem rumo, vagando pelo brasil sem sorte e destino...
Na próxima vez que me oferecerem restos, vou dar uma mordida!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Qualidade de vida e bem-estar.

A busca pela melhora da qualidade de vida e do bem-estar envolve três fatores: físico, mental e emocional.

Não devemos temer nosso médico. Exames e avaliações clínicas somados ao check-up bucal devem fazer parte de nossa rotina anual. A medida que envelhecemos esta bateria tende a crescer em número.

Quando associados, uma dieta rica e variada e a prática de exercícios físicos regularmente, respeitando-se o princípio da individualidade biológica e sob a orientação de profissionais especializados elevam nosso padrão de bem-estar.

Assim como nosso corpo, nosso cérebro também precisa ser exercitado através de jogos mentais e práticas fora do cotidiano. Nossa mente deve ser estimulada a agir tanto de modo divergente quanto convergente, trabalhando a criatividade e o raciocínio lógico.

Por fim, devemos nos manter emocionalmente equilibrados para lidar com estresse decorrente de nossas atividades diárias, seja ele positivo ou não. Expor nossas emoções de modo criativo através de intervenções artísticas, lúdicas, esportivas... Sermos capazes de baixar a guarda, nossos muros e barreiras, libertando-nos do castelo que nos mais aprisiona do que protege.

Check-up clínico, exercícios físicos, dieta rica e variada, jogos mentais, equilíbrio emocional nos permitirão atingir um novo patamar de qualidade de vida e bem-estar.

Se daí vamos viver mais, não sei. Mas que viveremos melhor, viveremos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Previdencia Social

Em plenário, ministro da previdencia defende contribuição complementar para aqueles que desejem receber acima do teto da iniciativa privada quando aposentado. Segundo ainda o próprio ministro, são necessários quatro servidores na ativa para pagar a aposentadoria de um (veja a notícia). Como assim?

Os problemas são diversos e vão além do valor ou do tempo de contribuição.

Um: Falta de controle sobre desvios de verbas previdenciárias através de fraudes.
Dois: destinação de verbas oriundas da previdencia para diversos programas sociais do governo.
Tres: A contribuição individual cai num fundo comum.
Quatro: Falta de gestão eficiente do dinheiro arrecadado.
Cinco: Visão míope de nossos políticos.

A previdencia deveria seguir o exemplo do FGTS, e ser individualizada através da criação de uma conta-corrente vinculada ao CPF do contribuinte. Deste modo o dinheiro depositado seria única e exclusivamente do próprio não podendo ser utilizado para pagar, a exemplo do que disse o ministro, a aposentadoria de outrem.

Uma melhor gestão do dinheiro acumulado garantindo pelo menos a correção monetária mais um benchmark, como acontece nos fundos de investimentos privados associado a uma garantia securitária.

Transparencia no controle da contribuição onde o contribuinte teria total acesso ao valor acumulado, rendimento e provável valor atual da aposentadoria de acordo com a média de contribuições acumuladas e o tempo estimado para tanto.

Estas ações, por si só, podem garantir uma reversão no aumento do déficit previdenciário.

Resta saber o que é mais interessante para a Nação ou para os políticos. Vote consciente!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Políticos, políticos e políticos...

Voto secreto no plenário é justo?


A PEC da cachaça


Todo congressista deveria expor suas decisões nas votações a fim de ser fiscalizado por seus eleitores e população em geral. Afinal, fomos nós que o escolhemos.

Durante a reportagem, João Dado foi o único entrevistado que leu a proposta e não assinou o documento.

Raridade política. Já o resto...

Na próxima eleição pense melhor e escolha adequadamente.

domingo, 19 de junho de 2011

Educação, Educação, Educação!!!


Além do Quadro Negro, 2011

Um belo filme sobre o poder transformação da Educação e da vontade e dedicação de um professor. Baseado na história real de Stacey Bess, provando o real valor do professor e da Educação para sociedade.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O queijo da ratoeira me atrai, mas eu não vou lá não!

fonte: independenciasulamericana.com.br

Todos os dias leio e assisto a repetição dos mesmos problemas e das mesmas promessas... Estou cansado e cheio disto!

Chega de escondermos nossas mazelas... Chega de varrermos para debaixo do capacho já imundo! Vamos mostrar nossas pútridas feridas infeccionadas por toda sorte de germes e bactérias.... Vamos expor nosso lixo não tratado a céu aberto, nossas matas devastadas, nossa indolência e aceitação de que nada podemos fazer para mudar... Nada!

Estamos no fundo do poço. Agora é enfiar a cara na lama fedorenta e se afogar... Não, não há nada a fazer a não ser aceitar que somos incompetentes para melhor decidir quem, como e quais deveriam ser nossas escolhas. Repetimos o ato tosco a cada eleição, votando nos mesmos populistas profetas que prometem um zilhão de coisas mas que no fim, decidem por escolher o que lhes trará mais benefício.

Quem acha que quando vota, escolhe alguém que irá defender suas reinvidicações se engana. Quanto custa uma campanha? Quem banca? É para este último que lá estarão, vereadores, deputados, senadores, prefeitos, governadores e até o presidente. 

Não importa mais nada... Não existem partidos políticos, mas legendas. Não existem ideologias, mas acordos comerciais. Não existe esquerda, direita, centro, situação ou oposição. São todos iguais.

O Estado deve investir pesado, com tudo o que se possa ter direito, em fortes e sólidas políticas sociais voltadas principalmente para EDUCAÇÃO. 

E quando tivermos uma escola pública de qualidade e igualitária, onde qualquer um, digo qualquer um possa frequentá-la independente da sua origem social, as diferenças cairão, o respeito ao próximo aumentará, o pré-conceito se reduzirá, a indolência e a miopia social será varrida. 

Nossa feridas serão tratadas e saudáveis poderemos prosperar, caminhando com as nossas próprias pernas.

Viva o Brasil!