sábado, 7 de janeiro de 2012

Qualidade de vida e bem-estar.

A busca pela melhora da qualidade de vida e do bem-estar envolve três fatores: físico, mental e emocional.

Não devemos temer nosso médico. Exames e avaliações clínicas somados ao check-up bucal devem fazer parte de nossa rotina anual. A medida que envelhecemos esta bateria tende a crescer em número.

Quando associados, uma dieta rica e variada e a prática de exercícios físicos regularmente, respeitando-se o princípio da individualidade biológica e sob a orientação de profissionais especializados elevam nosso padrão de bem-estar.

Assim como nosso corpo, nosso cérebro também precisa ser exercitado através de jogos mentais e práticas fora do cotidiano. Nossa mente deve ser estimulada a agir tanto de modo divergente quanto convergente, trabalhando a criatividade e o raciocínio lógico.

Por fim, devemos nos manter emocionalmente equilibrados para lidar com estresse decorrente de nossas atividades diárias, seja ele positivo ou não. Expor nossas emoções de modo criativo através de intervenções artísticas, lúdicas, esportivas... Sermos capazes de baixar a guarda, nossos muros e barreiras, libertando-nos do castelo que nos mais aprisiona do que protege.

Check-up clínico, exercícios físicos, dieta rica e variada, jogos mentais, equilíbrio emocional nos permitirão atingir um novo patamar de qualidade de vida e bem-estar.

Se daí vamos viver mais, não sei. Mas que viveremos melhor, viveremos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Previdencia Social

Em plenário, ministro da previdencia defende contribuição complementar para aqueles que desejem receber acima do teto da iniciativa privada quando aposentado. Segundo ainda o próprio ministro, são necessários quatro servidores na ativa para pagar a aposentadoria de um (veja a notícia). Como assim?

Os problemas são diversos e vão além do valor ou do tempo de contribuição.

Um: Falta de controle sobre desvios de verbas previdenciárias através de fraudes.
Dois: destinação de verbas oriundas da previdencia para diversos programas sociais do governo.
Tres: A contribuição individual cai num fundo comum.
Quatro: Falta de gestão eficiente do dinheiro arrecadado.
Cinco: Visão míope de nossos políticos.

A previdencia deveria seguir o exemplo do FGTS, e ser individualizada através da criação de uma conta-corrente vinculada ao CPF do contribuinte. Deste modo o dinheiro depositado seria única e exclusivamente do próprio não podendo ser utilizado para pagar, a exemplo do que disse o ministro, a aposentadoria de outrem.

Uma melhor gestão do dinheiro acumulado garantindo pelo menos a correção monetária mais um benchmark, como acontece nos fundos de investimentos privados associado a uma garantia securitária.

Transparencia no controle da contribuição onde o contribuinte teria total acesso ao valor acumulado, rendimento e provável valor atual da aposentadoria de acordo com a média de contribuições acumuladas e o tempo estimado para tanto.

Estas ações, por si só, podem garantir uma reversão no aumento do déficit previdenciário.

Resta saber o que é mais interessante para a Nação ou para os políticos. Vote consciente!